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Navio da Marinha portuguesa visita Costa do Marfim

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O navio patrulha “Viana do Castelo”, da Marinha portuguesa visitou a Costa do Marfim, na cidade de Abidjan, entre os dias 28 de Setembro de 1 de Outubro, no âmbito da cooperação no domínio da Defesa, diplomacia naval e apoio à política externa do Estado, inserida na iniciativa MAR ABERTO 2018.

Durante este período o navio desenvolveu acções no âmbito apoio à política externa do Estado, bem como outras ações de cooperação com a Marinha Nacional da Costa do Marfim, nomeadamente o embarque de oficiais desta Marinha, desenvolvendo exercícios conjuntos enquadrados no âmbito do apoio que Portugal tem vindo a realizar na ajuda à capacitação das Marinhas e Guardas-costeira de países irmãos procurando, desta forma, ajudar a reforçar a proteção das suas águas.

A Zona Económica Exclusiva (ZEE) destes países é rica em produtos naturais, bem como em pescado que devem ser preservados, protegidos e controlados para benefício das populações desses países.

A iniciativa MAR ABERTO pretende contribuir para robustecer a governança e a segurança marítima em parceria e cooperação com os países visitados, com o objectivo de desenvolver sinergias mútuas e incrementar a segurança marítima à escala regional e global, com impacto directo na livre circulação de pessoas e bens e para um melhor uso do mar dos respetivos Estados costeiros.

Esta iniciativa teve início em 2008 e realiza-se desde então todos os anos, com actividades nas áreas marítimas da Costa Ocidental Africana e Golfo da Guiné, com particular incidência nas atividades cooperativas com as Marinhas e guardas-costeira dos países amigos da região.

O “Viana do Castelo” segue agora viagem em direcção a Cabo Verde, onde permanecerá de 8 a 23 de outubro.

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Força de Fuzileiros portugueses no Golfo da Guiné

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Uma Força de Fuzileiros, composta por 36 militares da Marinha portuguesa, iniciaram no dia 15 de Setembro de 2018, uma missão de segurança marítima a bordo do navio francês de assalto anfíbio e de projecção e comando “BPC Mistral”, que permanecerá no Golfo da Guiné até final de Novembro.

Portugal, através da Marinha, integra assim a missão “Corymbe” de segurança marítima, permanentemente assegurada pela Marinha francesa no Golfo da Guiné, que tem como principal objectivo potenciar o aumento da segurança marítima através da cooperação com as marinhas dos países ribeirinhos do Golfo da Guiné e dissuadir acções de pirataria e roubo, que frequentemente ocorrem nesta região do globo.

Os 36 fuzileiros portugueses trabalharão pela primeira vez lado a lado com os fuzileiros franceses no âmbito de um acordo bilateral entre as Marinhas dos dois  países. Os militares portugueses também irão participar em iniciativas conjuntas com a Marinha francesa tendo em vista a capacitação das marinhas dos países ribeirinhos do Golfo da Guiné.

Portugal participa na operação Corymbe desde 2016, no entanto até à data apenas com observadores militares a bordo de um navio francês (quatro militares em 2016 e dois em 2017).

A nível nacional também se releva que a Marinha e a Força Aérea têm participado activamente em diversas acções para a segurança marítima no Golfo da Guiné e nos países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) que lhe estão contíguos, contribuindo para a resposta da comunidade internacional às ameaças à segurança marítima, bem como para o estabelecimento de relações de confiança com as autoridades dos países da região.

(Informação prestada pelo EMGFA português)

 
Navio da Marinha portuguesa no Golfo da Guiné

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O navio patrulha oceânico da Marinha portuguesa, “Viana do Castelo”, largou no dia 20 de Agosto, da Base Naval de Lisboa, em direcção à costa ocidental africana, iniciando uma missão no âmbito da cooperação no domínio da Defesa, diplomacia naval e apoio à política externa do Estado, inserida na iniciativa MAR ABERTO 2018.

Nesta missão, que se prolongará até ao próximo dia 29 de Outubro, o navio navegará cerca de 10.000 milhas náuticas, visitando a República de Angola, a República Democrática de São Tomé e Príncipe, a República da Costa do Marfim e a República de Cabo-Verde.

Durante a permanência nos referidos países, o navio desenvolverá acções no âmbito dos acordos de cooperação bilateral com as Marinhas dos países amigos, em matérias tão diversas como a vigilância, patrulhamento marítimo e segurança marítima, bem como outras ações de apoio à política externa do Estado e a promoção da indústria da base tecnológica de Defesa Nacional junto dos países visitados.

Actualmente, o navio tem embarcados 53 militares, incluindo o Comandante da Unidade de Tarefa - capitão-de-mar-e-guerra Noronha Bragança, a Comandante do navio, capitão-tenente Vânia Filipa Carvalho, uma equipa de fuzileiros, uma equipa de mergulhadores e uma equipa médica.

A missão do navio à costa ocidental africana vai permitir efectuar o transporte de diverso material em apoio a entidades e organismos sediados nesses países, iniciando com uma escala em São Tomé e Príncipe, onde assume especial importância o apoio logístico ao navio patrulha “Zaire” que se encontra em missão de longa duração desde 3 de janeiro de 2018, no âmbito da capacitação da Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe.

(Informação prestada pelo EMGFA português)

 
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APOIANTES do IV CONGRESSO - 2016

 

 

"...desenvolverá um conjunto de iniciativas e actividades - seminários e conferências relativas ao Mar e à Lusofonia..."


O Instituto dos Mares da Lusofonia tem por missão estimular e intensificar a forma como os Países Lusófonos se posicionam individualmente e interagem entre si nas questões relacionadas com os oceanos.

Esta iniciativa visa contribuir para o alargamento e para a disseminação dos conhecimentos científicos relativos ao uso dos espaços marítimos, bem como encontrar áreas comuns de cooperação, que potenciem o desenvolvimento das economias do mar nos diversos países de expressão portuguesa, procurando, desta forma, ir também ao encontro do espírito e objectivos definidos pela Comunidade de Países de Língua Portuguesa - CPLP.