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Confraria Marítima promoveu jantar debate

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A Confraria Marítima de Portugal realizou no passado dia 4 de Fevereiro, nas instalações da ANL – Associação Naval de Lisboa, em Belém, um jantar-debate em que foi orador o Prof. Engº. António Costa Silva, Administrador da Partex – Oil & Gas e reputado especialista na exploração de hidrocarbonetos.

Estiveram presentes, naquele que foi o 39º Encontro da Confraria, cerca de 60 pessoas. A Confraria Marítima, recorde-se, é uma associação privada, fundada em 2009 e sediada em Cascais, de âmbito nacional, congregando mais de 225 membros, tendo objetivos de natureza cultural e mecenática, bem como a promoção da solidariedade e confraternização entre personalidades ligadas ao Mar.

O Prof. Engº António Costa Silva fez uma apresentação muito interessante, intitulada “Portugal e o Mar: Recursos Minerais e Energéticos e os Futuros Possíveis”. Os fundos dos mares sob jurisdição nacional foram visitados sendo referidas muitas das suas potenciais riquezas, caso dos nódulos polimetálicos e dos campos hidrotermais da crista Atlântica, passando depois às actividades de investigação, designadamente sísmica, em curso ao largo da costa do Continente visando a procura de petróleo, e na costa do Algarve, onde a incidência recai no gás natural. A apresentação , que prendeu a atenção de todos os presentes, terminou com um vivo período de perguntas e respostas, merecendo uma demorada salva de palmas.

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Revista de Marinha atribuiu prémios de 2015

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Teve lugar no passado dia 2 de Fevereiro, no Clube Militar Naval, em Lisboa, a comemoração do 79º aniversário da Revista de Marinha, de que é proprietário e Director o Vice-Almirante Henrique Alexandre da Fonseca membro do Instituto dos Mares da Lusofonia e seu Vice-Presidente da Direcção. O primeiro número da Revista de Marinha, recorda-se, foi publicado em 31 de Janeiro de 1937, tendo então como Director o conhecido jornalista Mauricio de Oliveira.

Neste evento, teve lugar a entrega do prémio literário “Revista de Marinha 2015” ao autor do melhor artigo original publicado na revista no ano passado. O Presidente do Júri, Alm. António Balcão Reis, referiu-se ao trabalho de selecção, dificultado pela grande qualidade da maioria dos artigos. Informou que o Júri deliberou atribuir o prémio ao artigo “As Alterações Climáticas nos Oceanos”, de que foi autor o Engº Jorge Oliveira e Carmo, tendo justificado a escolha elogiando o interesse e qualidade do trabalho com diversas citações do artigo ; referiu ainda, em tom muito elogioso, a atribuição de três menções honrosas aos textos “Segurança Armada a Bordo dissuade Pirataria”, do Cte. Henrique Portela Guedes, “Valor Económico da Navegabilidade dos Rios Douro, Tejo e Guadiana”, do Prof. Dr. J. Augusto Felício, e “Navios da Marinha – Oportunidades para a Engenharia e Indústrias Nacionais”, do Alm. Victor Gonçalves de Brito. 

 
Sessão Solene na Academia de Marinha

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Na Academia de Marinha, situada nas instalações da Administração Central da Marinha de Guerra Portuguesa em Lisboa, realizou-se na tarde de 26 de Janeiro de 2016 uma sessão solene presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Armada Alm. Luís Fragoso, tendo na mesa o novo Presidente da Academia de Marinha Alm. Vidal Abreu e, em representação da Família do Almirante Sarmento Rodrigues o filho deste, o Vice-Almirante Artur Junqueiro Sarmento.

Constituiu o programa a entrega do Prémio “Almirante Sarmento Rodrigues” bem como de duas menções honrosas a outros dois dos seis trabalhos concorrentes ao prémio, seguida de uma interessante e sucinta apresentação da obra premiada pelo seu autor Prof. Doutor Nuno Martins Ferreira, com o título “A institucionalização do ensino da náutica em Portugal (1779-1807)".

 
Conferência sobre as Fragatas Classe Vasco da Gama

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Teve lugar em 19 de Janeiro de 2016 na Academia de Marinha a apresentação da comunicação “Fragatas Classe Vasco da Gama. Profissionalismo e Tecnologia. O Desafio superado”, pelo Contra-Almirante (C/Alm). Engenheiro Construtor Naval Luís Filipe Xavier Cabrita.

Esta comunicação insere-se nas comemorações dos 25 anos da entrega à Marinha Portuguesa das fragatas MEKO 200, batizadas VASCO DA GAMA, ÁLVARES CABRAL e CORTE REAL, cujas recepções decorreram, respectivamente, em 18 de Janeiro de 1991 nos estaleiros Blohm & Voss, em Hamburgo, e em 24 de Maio e 22 de Novembro do mesmo ano nos estaleiros HDW, em Kiel.

O orador ilustrou as múltiplas inovações tecnológicas que a classe VASCO DA GAMA trouxe à Marinha e o enorme desafio que isso implicou na formação do pessoal, quer das guarnições, quer da manutenção, bem como nas organizações logística e administrativa... sem exagero poder-se-á afirmar que na Marinha Portuguesa existiram um ‘antes’ e um ‘depois’, marcados pela entrada ao serviço desta classe de navios ... disse o Alm. Xavier Cabrita. Foi um enorme salto tecnológico em relação aos meios então existentes, dado que o recurso à electrónica e ao computador originou a introdução da capacidade de automação e controlo até então inexistentes. Os navios foram dotados de novo armamento, nomeadamente: os mísseis superfície-superfície Harpoon, superfície-ar Sea Sparrow, e o sistema de defesa antimíssil Vulcan-Phalanx; a plataforma Nautos, de controlo da propulsão e energia; a turbina a gás; o sistema de comando e controlo para as armas e sensores, Sewaco; e o helicóptero orgânico Lynx MK95. Outra grande novidade foi a preparação dos navios para a guerra NBQ, com o interior na cidadela em sobrepressão de 5 milibares.

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Salvaguarda da Vida Humana no Mar

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O inquérito realizado no âmbito do LEME – Barómetro PwC da Economia do Mar, concluiu que existe uma razoável margem de progressão, para se atingirem mais elevados padrões de segurança relativos à Salvaguarda da Vida Humana no Mar. Maximizar o valor do mar, implica trabalhar nele, sendo fundamental trabalhar em segurança. Assim, a estratégia de crescimento azul deverá incluir um forte investimento na segurança marítima (safety).
 A maioria dos inquiridos (86%)  no âmbito do LEME, consideram que existe uma razoável (68%) ou elevada (18%) margem de progressão.

 Os gestores inquiridos adiantaram sugestões para se melhorar no âmbito da salvaguarda da vida humana no mar, nomeadamente:
- prevenir, formar e treinar no mar é vital para o sucesso de uma estratégia de segurança;
- promover maior cooperação e alinhamento entre as entidades responsáveis pela segurança é fundamental;
- desenvolver grupos de trabalho que agreguem autoridades e comunidades marítimas melhora a eficácia das acções de segurança;
- monitorar a correcta manutenção das embarcações no sentido de evitar acidentes;
- reforçar meios humanos e materiais das entidades responsáveis pela segurança.
 Estes resultados foram apresentados, no dia 15 de Dezembro, no Porto, na Casa do Infante, na conferência “Salvaguarda da Vida Humana no Mar”, organizada pela PwC.

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