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Portugal treina a Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe com apoio de navio francês

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O Navio-patrulha “Zaire”, da Marinha Portuguesa, em missão de longa duração de capacitação da Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe, realizou no dia 06 de Abril, uma acção conjunta de treino com o apoio do navio da Marinha Francesa, o navio "Premiere-maitre LHer", acção esta que se insere no curso de abordagem a navios suspeitos que tem vindo a ser ministrado à Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe. Esta acção de formação tem sido ministrada pela equipa do Pelotão de Abordagem e também pelos militares da Unidade de Meios de Desembarque (UMD) dos Fuzileiros da Marinha portuguesa que se encontram em S. Tomé. 

Sob a coordenação e apoio dos militares portugueses, os militares de São Tomé e Príncipe tiveram oportunidade de treinar aproximações e abordagens ao navio francês.
O NRP Zaire e a sua guarnição, com uma equipa de Fuzileiros a bordo, largaram de Portugal em 03 de Janeiro de 2018, tendo chegado a São Tomé e Príncipe no dia 22 desse mês, onde têm desenvolvido diferentes ações no âmbito do compromisso de Portugal para a missão de capacitação da Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe.


Dados oficiais revelam que desde 01 de Janeiro até à presente data, relativamente à pirataria e criminalidade marítima no Golfo da Guiné, ocorreram 51 ataques a navios e 63 elementos foram feitos reféns. 
O primeiro trimestre de 2018 (com 51 ataques e 63 reféns) registou cerca do triplo dos ataques e reféns, quando comparado com o período homólogo de 2017 (16 ataques e 21 reféns).Do total de 51 ataques, 35 ocorreram ao largo da Nigéria (69%). Segundo os analistas é muito provável que no Golfo da Guiné o número de ataques a navios em 2018 venha a ser significativamente superior a 2017. 

(Informação disponibilizada pelo EMGFA de Portugal)

 

APOIANTES do IV CONGRESSO - 2016

 

 

"...desenvolverá um conjunto de iniciativas e actividades - seminários e conferências relativas ao Mar e à Lusofonia..."


O Instituto dos Mares da Lusofonia tem por missão estimular e intensificar a forma como os Países Lusófonos se posicionam individualmente e interagem entre si nas questões relacionadas com os oceanos.

Esta iniciativa visa contribuir para o alargamento e para a disseminação dos conhecimentos científicos relativos ao uso dos espaços marítimos, bem como encontrar áreas comuns de cooperação, que potenciem o desenvolvimento das economias do mar nos diversos países de expressão portuguesa, procurando, desta forma, ir também ao encontro do espírito e objectivos definidos pela Comunidade de Países de Língua Portuguesa - CPLP.