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Navio da Marinha portuguesa ajuda autoridades de S. Tomé e Príncipe na detecção de navio em infracção

navio stome

O navio patrulha “Zaire”, da Marinha portuguesa, em missão de capacitação da Guarda Costeira de S. Tomé e Príncipe participou nos últimos dois dias numa missão de fiscalização marítima conjunta com a Guarda Costeira e com a Direção das Pescas deste país.

Entres os dias 9 e 10 de janeiro foi realizada uma acção de vistoria, a cerca de 50 milhas náuticas a Este da cidade de São Tomé, ao navio “Nata 2”, com bandeira de Namíbia e Armador de Taiwan, numa operação que durou cerca de 20 horas.

O responsável técnico em matéria de fiscalização da pesca, um inspector da Direcção das Pescas, foi projectado para o navio namibiano, de 55 metros de comprimento e três metros e meio de calado, com uma guarnição de 28 tripulantes, a partir do navio patrulha da marinha portuguesa.

Para garantir a segurança durante toda a operação, foi igualmente projectada uma equipa de Fuzileiros Navais de São Tomé e Príncipe, formada para este efeito por Fuzileiros da Marinha portuguesa, ao abrigo do projecto “Zaire”. A acção foi observada a bordo por dois militares da Marinha portuguesa.

No decurso da vistoria, o inspector da Direcção das Pescas detectou a existência de pescado transformado a bordo, nomeadamente tubarão eviscerado e descabeçado.

Para além disso, este navio não arvorava a bandeira do seu país de pavilhão e não comunicou às autoridades santomenses a entrada na sua Zona Económica Exclusiva, conforme previsto na lei.

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Navio da Marinha portuguesa visita Costa do Marfim

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O navio patrulha “Viana do Castelo”, da Marinha portuguesa visitou a Costa do Marfim, na cidade de Abidjan, entre os dias 28 de Setembro de 1 de Outubro, no âmbito da cooperação no domínio da Defesa, diplomacia naval e apoio à política externa do Estado, inserida na iniciativa MAR ABERTO 2018.

Durante este período o navio desenvolveu acções no âmbito apoio à política externa do Estado, bem como outras ações de cooperação com a Marinha Nacional da Costa do Marfim, nomeadamente o embarque de oficiais desta Marinha, desenvolvendo exercícios conjuntos enquadrados no âmbito do apoio que Portugal tem vindo a realizar na ajuda à capacitação das Marinhas e Guardas-costeira de países irmãos procurando, desta forma, ajudar a reforçar a proteção das suas águas.

A Zona Económica Exclusiva (ZEE) destes países é rica em produtos naturais, bem como em pescado que devem ser preservados, protegidos e controlados para benefício das populações desses países.

A iniciativa MAR ABERTO pretende contribuir para robustecer a governança e a segurança marítima em parceria e cooperação com os países visitados, com o objectivo de desenvolver sinergias mútuas e incrementar a segurança marítima à escala regional e global, com impacto directo na livre circulação de pessoas e bens e para um melhor uso do mar dos respetivos Estados costeiros.

Esta iniciativa teve início em 2008 e realiza-se desde então todos os anos, com actividades nas áreas marítimas da Costa Ocidental Africana e Golfo da Guiné, com particular incidência nas atividades cooperativas com as Marinhas e guardas-costeira dos países amigos da região.

O “Viana do Castelo” segue agora viagem em direcção a Cabo Verde, onde permanecerá de 8 a 23 de outubro.

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Força de Fuzileiros portugueses no Golfo da Guiné

fz em coop frica2018

Uma Força de Fuzileiros, composta por 36 militares da Marinha portuguesa, iniciaram no dia 15 de Setembro de 2018, uma missão de segurança marítima a bordo do navio francês de assalto anfíbio e de projecção e comando “BPC Mistral”, que permanecerá no Golfo da Guiné até final de Novembro.

Portugal, através da Marinha, integra assim a missão “Corymbe” de segurança marítima, permanentemente assegurada pela Marinha francesa no Golfo da Guiné, que tem como principal objectivo potenciar o aumento da segurança marítima através da cooperação com as marinhas dos países ribeirinhos do Golfo da Guiné e dissuadir acções de pirataria e roubo, que frequentemente ocorrem nesta região do globo.

Os 36 fuzileiros portugueses trabalharão pela primeira vez lado a lado com os fuzileiros franceses no âmbito de um acordo bilateral entre as Marinhas dos dois  países. Os militares portugueses também irão participar em iniciativas conjuntas com a Marinha francesa tendo em vista a capacitação das marinhas dos países ribeirinhos do Golfo da Guiné.

Portugal participa na operação Corymbe desde 2016, no entanto até à data apenas com observadores militares a bordo de um navio francês (quatro militares em 2016 e dois em 2017).

A nível nacional também se releva que a Marinha e a Força Aérea têm participado activamente em diversas acções para a segurança marítima no Golfo da Guiné e nos países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) que lhe estão contíguos, contribuindo para a resposta da comunidade internacional às ameaças à segurança marítima, bem como para o estabelecimento de relações de confiança com as autoridades dos países da região.

(Informação prestada pelo EMGFA português)

 
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APOIANTES do IV CONGRESSO - 2016

 

 

"...desenvolverá um conjunto de iniciativas e actividades - seminários e conferências relativas ao Mar e à Lusofonia..."


O Instituto dos Mares da Lusofonia tem por missão estimular e intensificar a forma como os Países Lusófonos se posicionam individualmente e interagem entre si nas questões relacionadas com os oceanos.

Esta iniciativa visa contribuir para o alargamento e para a disseminação dos conhecimentos científicos relativos ao uso dos espaços marítimos, bem como encontrar áreas comuns de cooperação, que potenciem o desenvolvimento das economias do mar nos diversos países de expressão portuguesa, procurando, desta forma, ir também ao encontro do espírito e objectivos definidos pela Comunidade de Países de Língua Portuguesa - CPLP.