IML - Instituto dos Mares da Lusofonia

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Marinha portuguesa adquire navios patrulha á Dinamarca

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O Chefe do Estado-Maior da Armada, Alm. Luís Macieira Fragoso, revelou no passado dia 22 de Setembro que a compra de navios-patrulha à Marinha da Dinamarca ocorrerá ainda este ano e por 25 milhões de euros. O Alm. Macieira Fragoso adiantou nessa entrevista que os navios terão depois de ser reequipados em função das necessidades operacionais da Marinha. Esta aquisição visa substituir os dez navios da classe CACINE, cujas últimas três unidades, os N.R.P.’s CACINE (P 1140), CUANZA (P 1144)  e ZAIRE (P 1146), com mais de 40 anos,  estão em vias de abate.

Quanto ao tempo de vida dos navios dinamarqueses ao serviço da Marinha será ...pelo menos de 15 anos e permitirá ganhar o tempo necessário para Portugal adquirir os navios que tinha previsto. Esses navios - de patrulha oceânica e fiscalização costeira - estavam contratualizados com os Estaleiros Navais de Viana do Castelo, mas só dois foram construídos e entregues com grande atraso. A construção dos restantes foi anulada pelo atual Governo devido à crise financeira.

Os navios dinamarqueses da classe FLYVEFISKEN, construídos entre 1989 e 1996, podiam embarcar contentores com diferentes opções de armamento; de acordo com o conceito STANFLEX, navios com o mesmo casco, de acordo com as necessidades poderiam ser armados como lança-misseís, draga-minas ou navios-patrulha. Com 54 m de comprimento, 9 m de boca e 2,5 m de calado, tem um deslocamento carregado de 450 tons, sendo assim ligeiramentre maiores do que os CACINE (44 m de comprimento, 7,7 m de boca, 2,2 m de calado e um deslocamento de  310 tons). A guarnição será provavelmente inferior à da classe CACINE, constituida por 3 oficiais, 6 sargentos e 24 praças.

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Angola adquire navios-patrulha no Brasil

navio paraangola

 Os Ministros da Defesa do Brasil, Celso Amorim, e de Angola, João Lourenço, assinaram no passado dia 05 de Setembro, em Brasília, um Memorandum de Entendimento que prevê a construção de sete novos navios-patrulha. A construção dos navios será coordenada pela Emgeprom-Empresa Gerencial de Projetos Navais  e terá lugar no Rio de Janeiro, quatro unidades, e num estaleiro a construir em Angola, no Cuanza-Sul, as restantes unidades. A Marinha do Brasil apoiará este projeto no âmbito logístico, nomeadamente quanto à formação e treino das guarnições dos navios como relativamente ao pessoal do futuro estaleiro naval a construir em Angola.

A classe MACAÉ foi desenvolvida pela Marinha do Brasil, inspirada nos navios patrulhas franceses tipo “Vigilante 400”, tendo a primeira unidade entrado ao serviço em Dezembro de 2009. Com 55,6 m de comprimento, 9,3 m de boca e um calado médio de 2,5 m deslocam cerca de 500 tons. A propulsão será assegurada por dois motores diesel MTU, com um raio de acção de 2.500 milhas e uma velocidade máxima de 21 nós. O armamento compreende uma peça de 40 m/m e duas peças de 20 m/m. A guarnição é composta por 5 oficiais e 30 sargentos e praças.

 Embora se desconheça ainda a configuração técnica detalhada destes novos navios, a ser objecto de defenição quando da negociação dos contratos de construção, afiguram-se excelentes unidades, adequadas às necessidades e às caracteristicas do mar de Angola. Serão certamente um ponto importante na implementação do PRONAVAL, o Programa de Desenvolvimento do Poder Naval Angolano.

 

 

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Expedição "Descida do Amazonas: O caminho de Pedro Teixeira" inicia-se em 15 de Agosto de 2014

amazonas

 Com o objetivo de retratar e resgatar o caminho do bandeirante Pedro Teixeira na conquista da Amazônia Brasileira, um grupo de pessoas liderado por Antônio Carrelhas juntou-se, há cerca de dois anos, para viabilizar o projeto “Descida do Amazonas: O caminho de Pedro Teixeira”. Trata-se de uma expedição amazônica percorrendo o rio Solimões, reconstituindo a viagem feita no século XVII por Pedro Teixeira e divulgando a contribuição desse bandeirante para a definição dos limites territoriais do norte do Brasil.

Foi em 1639 que o bandeirante Pedro Teixeira realizou uma expedição descendo o rio Amazonas e assim assegurou a maior porção da Bacia Amazônica para o Brasil. Agora, um grupo irá refazer o mesmo percurso, em um projecto idealizado pelo historiador António Carrelhas, com o objetivo de divulgar os feitos de Pedro Teixeira e as suas consequências para Brasil e Portugal. Comandada pelo português António Carrelhas, a expedição será realizada em 2 etapas. A primeira etapa deste grupo de 3 pessoas começa no próximo dia 15 de Agosto em Tabatinga (fronteira brasileira com o Peru e a Bolivia) e prossegue por 15 dias descendo o Rio Solimões até Manaus. A segunda etapa será realizada no primeiro trimestre de 201 5 e compreende o trecho de Manaus a Belém. No total, a Expedição visitará 10 cidades ribeirinhas, promovendo palestras sobre os feitos do bandeirante Pedro Teixeira, o qual assegurou a maior porção da Bacia Amazônica para o Brasil.

Ao longo da viagem serão realizadas palestras nas paragens e apresentação de material didático; publicação de livro infanto-juvenil sobre Pedro Teixeira para a rede escolar. No final do projecto, em 2015, será editado um livro de arte que retrata o feito de Pedro Teixeira na Amazónia, abordando o antes e o depois, para que se compreenda o mundo da época. Além disso, o livro promove a descida do rio, nos dias de hoje, de maneira a recolher dados, histórias, informações, imagens e desenhos da flora e da fauna. 

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APOIANTES do IV CONGRESSO - 2016

 

 

"...desenvolverá um conjunto de iniciativas e actividades - seminários e conferências relativas ao Mar e à Lusofonia..."


O Instituto dos Mares da Lusofonia tem por missão estimular e intensificar a forma como os Países Lusófonos se posicionam individualmente e interagem entre si nas questões relacionadas com os oceanos.

Esta iniciativa visa contribuir para o alargamento e para a disseminação dos conhecimentos científicos relativos ao uso dos espaços marítimos, bem como encontrar áreas comuns de cooperação, que potenciem o desenvolvimento das economias do mar nos diversos países de expressão portuguesa, procurando, desta forma, ir também ao encontro do espírito e objectivos definidos pela Comunidade de Países de Língua Portuguesa - CPLP.